18 de outubro de 2011


Palavra de Mãe

Thelma Torrecilha escreve sobre a dura e deliciosa tarefa de educar os filhos

Relação entre professor e aluno é espelho da escola e da família.

Relacionamento não depende só dos dois. Para experts, o trabalho do professor é dificultado quando não há parceria com os pais

As relações entre professor e aluno mudam ao longo da vida escolar, mas precisam do apoio dos pais
Uma relação que sempre foi marcada por extremos de admiração e afeto ou por forte antipatia parece passar por um período de grande tensão. Não são poucas as notícias pelo Brasil e pelo mundo afora que nos mostram como andam difíceis as relações entre professores e estudantes. Isso reflete o que acontece dentro e fora da escola.

Logo nos primeiros anos de vida, a criança começa a conviver com uma importante autoridade na sua educação: a professora, que mudará de cara e de nome, ano após ano, mas estará sempre presente no seu dia a dia até a fase adulta. Por isso, é fundamental construir uma convivência saudável desde cedo.

Para a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Marilene Proença, especializada em psicologia escolar, a relação entre o aluno e o professor não depende só dos dois. O professor trabalha de acordo com os seus princípios, com aspectos individuais na relação com a classe e com a criança em sala de aula, mas vários fatores como o projeto pedagógico, a estrutura física e material, as políticas educacionais e a gestão da instituição, entre outras, influenciam esse relacionamento. “O professor é a expressão da escola na qual ele está inserido”.

Para a psicóloga, a escola também está sofrendo com o processo de adultização das crianças, fenômeno presente em toda a sociedade. Em virtude desse processo, as pessoas cobram atitudes de uma criança de três ou quatro anos como se ela tivesse cinco ou seis, e assim por diante. O segredo é tratar a criança como criança, na opinião do professor Marcos Cezar de Freitas, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde na Infância e na Adolescência da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo. A escola de educação infantil não deve antecipar a aquisição de conteúdos escolares nem a alfabetização. Mas, infelizmente, vigora uma ideia distorcida de que o professor só desempenha bem o seu papel quando direciona o aluno para resultados relacionados à sistematização de conhecimento.

Segundo ele, nessa etapa, o relacionamento com o professor deve estar voltado para a sensibilidade, o conhecimento do corpo e a interação, respeitando a forma própria da criança de lidar com o saber e a necessidade de afetividade. A pedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), aponta na mesma direção: “A relação não flui bem se a criança não se sente acolhida. Quanto menor a criança, mais apego com a professora. É uma relação mais próxima”.

Maria Angela disse que o trabalho do professor é dificultado quando não há uma parceria com a família. Ela ressalta que o professor precisa ser firme sem ser autoritário para justificar posturas que muitas vezes destoam daquilo que a criança vivencia em casa. Alguns pais ensinam a revidar quando um colega bate. Mas, na escola, a orientação é outra. Segundo ela, normalmente quando as crianças têm dificuldade no relacionamento por questões de agressividade, o problema não está nelas: “é o espelho da própria casa e o professor não resolve isso sozinho”.

À medida em que ganham autonomia, as crianças se desligam dos professores. E, de acordo com a pedagoga, alguns problemas começam quando os alunos perdem o nome e passam a ser um número na lista de chamada. Aumentam os professores por sala e diminui o tempo de permanência deles com os estudantes. Esse distanciamento pode impedir que as dificuldades do aluno sejam percebidas, e o estudante acaba confundindo o fracasso na disciplina com o professor. A aprendizagem, em qualquer nível de ensino, precisa ser encarada como um processo individual e nem sempre o professor tem condições para favorecer isso.

8 de outubro de 2011

SEXISMO

Sexismo começa na pré-escola e pode ser revertido. Pais e professores devem ficar atentos às separações de gênero e preconceitos.

 Por Carolina Gonçalves

 Mulheres não gostam de futebol", "homens não podem usar roupa rosa"- é comum fazermos distinção de coisas que seriam voltadas para mulheres e outras para homens, como se fosse atividades específicas para cada sexo. O nome disso é sexismo. Esse sentimento é passado tanto pelos pais quanto pela escola e pode prejudicar a formação da criança se for exagerado demais. "Embora essa separação de masculino e feminino não seja tão marcante hoje, ela ainda existe e pode ser preocupante", afirma Stella Paiva, psicóloga escolar da Rede Pitágoras. Fique atento aos sinais dessa tendência e saiba o que especialistas aconselham para a educação do seu filho: Quais as consequências? "Os meninos podem criar diversos conflitos contra a menina e vice-versa, já que não trata o outro como igual", alerta Stella. Muitas crianças carregam esse sentimento para a fase adulta e podem ter problemas de relacionamento, tanto dentro de casa como no trabalho. O homem, por exemplo, pode colocar a mulher em uma posição inferior, a mulher pode se achar sempre frágil e dependente - ou até o contrário: a mulher pode inferiorizar o sexo oposto, sentindo-se independente demais. "São as pequenas ações que fazem isso progredir e o papel da escola e da família é fundamental nesse processo", explica Stella. Ela conta que é necessário evitar grandes distinções entre homens e mulheres e procurar dar a oportunidade à criança de fazer suas próprias escolhas, sejam elas "de menina" ou "de menino". O sexismo pode ser alimentado pelos próprios pais, antes mesmo de a criança entrar na escola. Os primeiros sinais De acordo com a pedagoga e coordenadora do Colégio Fênix, Gabriela Dalmédico, a criança manifesta esse sentimento sexista no período pré-escolar, um pouco antes dos sete anos. "Nessa fase, ela vivencia situações que envolvem o sexismo e expressam esse sentimento de forma até espontânea, como um menino não querer usar rosa e uma menina não querer usar azul", afirma. É interessante a interferência dos professores e dos pais, a fim de que a criança entenda que essas separações não são extremamente necessárias. A influência da família O sexismo pode ser alimentado pelos próprios pais, antes mesmo de a criança entrar na escola. É comum os pais separarem, até inconscientemente, as coisas "de menino" das "de menina". Desde brinquedos até mochilas, lancheiras, cadernos... A criança cresce com essa ideia de que é tudo separado. Um recente estudo publicado na revista Psicothema revelou que mães podem ser as maiores responsáveis por atitudes sexistas de crianças e adolescentes. Os pesquisadores afirmam que as mães costumam passar mais tempo com os filhos, determinando, assim, as tarefas domésticas que eles irão desempenhar, quais presentes irão ganhar e, principalmente, quais os valores que irão levar para a vida. "A mídia também influencia essa formação", lembra a psicóloga escolar Stella Paiva. Ela conta que a tendência é de que as referências masculinas sejam os super-heróis, dando a ideia de que os homens são os fortes e poderosos. Já as referências femininas são as personagens dengosas, carinhosas e que gostam de cor-de-rosa. "Essas convicções são tão marcantes que acompanham a criança até a vida adulta", afirma a profissional. Como a escola contribui? Algumas escolas montam fileiras só de meninos e outras só de meninas na sala de aula, não disponibilizam os mesmos brinquedos para todas as crianças - impossibilitando o menino de brincar de boneca e a menina de brincar com carrinhos, por exemplo - e até aulas de educação física são ministradas separadamente para meninas e meninos. "Há escolas, inclusive, onde a lista de chamada não é elaborada em ordem alfabética, para que os nomes dos meninos não fiquem juntos com o das meninas", conta a pedagoga Gabriela. Nesse caso, é papel dos pais escolher se essa é a educação ideal para os seus filhos. Se não concordam, o ideal é conversar com a instituição de ensino ou mesmo trocar a criança de escola. O papel do professor A psicóloga Stella conta que o professor deve ter a sensibilidade de perceber que essas diferenças exageradas não precisam existir. Ele jamais pode ter uma visão sexista, afinal, como ele conseguirá quebrar esses tabus se não concordar com essas igualdades? "O trabalho do professor é formar o ser humano. Existem diferenças, mas também existem igualdades, e estas devem ser exaltadas", lembra. A escola também deve usar recursos que diminuam essas diferenças. "Se a aula de educação física oferece o futebol para a menina, por exemplo, isso já abre novas possibilidades", diz Stella. E o mesmo vale para a o menino que quer brincar de casinha ou outras brincadeiras consideradas femininas. "O professor também pode propor atividades em que exista a participação de ambos os sexos", sugere Gabriela. Como os pais devem lidar com isso? "Mesmo em escolas que não fazem distinção entre meninos e meninas, há alunos que questionam o fato de meninas jogarem futebol, por exemplo, ou meninos brincarem de boneca", conta Stella Paiva. O pensamento provavelmente vem dos pais, que ensinaram os seus filhos dessa forma. A pedagoga Gabriela Dalmédico alerta que os pais não precisam levar tão a sério as "regras" ditadas pela sociedade. Isso pode gerar comportamentos machistas ou feministas demais. Vale mais a pena educar os filhos de modo que eles percebam que as diferenças entre meninos e meninas não precisam ser exageradas. Desse modo, não é preciso proibir a criança de algumas brincadeiras que são consideradas exclusivas do sexo oposto. A psicóloga conta que é muito comum, por exemplo, o filho que tem irmão menor querer brincar de casinha com ele. Isso pode ser incentivado sem preconceito.

3 de abril de 2011

DO JORNAL VIRTUAL - MESTRE

Olá gestores e educadores,

Apresentamos neste primeiro Jornal Virtual de abril o artigo do mestre em Educação e Sociedade Wolmer Ricardo Tavares, também autor do livro Gestão Pedagógica: Gerindo escolas para a cidadania crítica (WAK Editora). Apesar de bastante crítico à educação pública brasileira, ele não deixa de enfatizar os bons professores, profissionais “proativos e protagonistas de uma educação que faz a diferença”. E você? Também procura fazer a diferença no ensino?

Boa leitura e boa reflexão!


Do sujeito Néscio ao sujeito cognoscente
Com a atual educação pública, o dito de que "nascemos simples e ignorantes" será complementado com "nascemos simples e ignorantes, e assim permaneceremos", pois a palavra ignorante é derivada do grego gno, que é aplicada a ideia do saber, e o prefixo i é uma negação dessa ideia. Com a atual educação pública, não é trabalhado o saber a seus alunos – saber esse que deveria levá-los a um protagonismo e criticidade. Essa educação trabalha mais a alienação e o "emburrecimento". Isso porque ela se esbarra na burocracia, na corrupção, na falta de ética de muitos políticos, na perda da dignidade do educador, na baixa autoestima, na omissão da família, no descaso da sociedade, no excesso de violência e na não “reprovação”, entendida de maneira equivocada pelos pseudos-educadores.
     Ela deveria ser como uma bússola, e esta deveria sempre ter como norte a cidadania, o protagonismo, a criticidade, o humanismo, a socialização e a equidade, mas essa bússola lembra um pouco a do Capitão Jack Sparrow (interpretado pelo ator Johnny Depp no filme Piratas do Caribe). Os personagens que fazem parte das aventuras desse capitão veem a bússola como um objeto e até mesmo uma ferramenta sem relevância, simplesmente por estar quebrada, mas eles não percebem que essa bússola é diferente das outras, ela aponta sempre para o que você mais quer no mundo. E, se tratando da educação, o que os políticos mais querem em nosso País é estatística; são números altos demonstrando que a escolaridade dos estudantes tem se elevado e trazendo, com essa hipocrisia, alguns analfabetos e um alto índice de analfabetismo funcional com diplomas de 1º e 2º graus, e um déficit em letramento além da capacidade para se reso lver problemas cotidianos, implicando consequentemente em futuros maus profissionais.
     Esses formandos e/ou recém-formados servirão para aumentar ainda mais essa massa de manobra, tratados como gado marcado e destinados a uma medíocre existência devido a uma manipulação desse nosso sistema falho, corrupto e corruptor, que violenta a dignidade dos poucos que resolvem deixar cair a máscara da alienação, a ponto de não iludir-se pela cortina de fumaça com resultados manipuláveis e equivocados.
     Será que ainda poderemos chamar nossos discentes de educandos ou apenas de estudantes? Estudantes por estarem em uma sala de aula, sendo simplesmente adestrados nos princípios mais básicos da educação, pois o ato de educar engloba mudança de comportamento, implica em um devir e em uma criticidade e em uma cognição, o que vem a reforçar o sujeito como ser cognoscente.
     Por sorte, temos ainda bons profissionais da educação. Apesar de serem a minoria, eles continuam lutando e não sonhando, pois a grande maioria vive de sonhos e isso diferencia o bom do medíocre, visto que os bons lutam, são proativos e protagonistas de uma educação que faz a diferença, elevando assim a dignidade do povo brasileiro e sendo o diferencial nesse nosso sistema, apesar de a estatística colocar todos os educadores em um mesmo saco e generalizar a incompetência e a falta de profissionalismo como se fosse um problema de todos os profissionais.
     Com todos esses reveses, os bons educadores são como estrelas em um universo frio e escuro de indiferenças.
     Texto do professor Wolmer Ricardo Tavares, docente e coordenador de extensão da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) – campus Lafaiete.
E-mail: wolmertavares@gmail.com

Dizer não também é necessário!

Bondade demais pode esconder problemas de autoestima

HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL

           Thinkstock 
  • Você não precisa ser um anjo para ser uma boa pessoa. Dizer não também é necessário
Estar sempre disponível, ser muito solícito e conhecido como bonzinho pode ser ótimo para os beneficiados de tanta generosidade, mas e para si mesmo? Esse comportamento pode esconder o medo intenso de desagradar o outro. “É do desejo de contentar todo mundo que nascem as decepções com a família, com os amigos, companheiros ou colegas de trabalho”, avisa a consultora em desenvolvimento humano e terapeuta holística Eliana Barbosa, de São Paulo.

Sempre pronta para ajudar, a professora Ana Paula Guaraci, de 31 anos, é tida como o anjo da guarda do bairro paulistano onde mora. Auxilia crianças com deveres de casa, dá carona para quem precisa, acompanha vizinhos idosos a consultas médicas... Isso faz dela muito conhecida e querida. No entanto, ultimamente, ela não está muito feliz com isso.

“Eu gosto de ajudar, mas detesto me sentir usada. E isso já me aconteceu duas vezes, ao emprestar dinheiro e não recebê-lo de volta no prazo combinado”, lamenta. “Acho que muita gente não está acostumada com a bondade e acaba abusando. Tenho dificuldade em recusar um pedido, mas, sinceramente, cansei de abrir mão de algumas coisas em nome do próximo.”
Assim como Ana Paula, é comum encontrar pessoas que se sintam sufocadas diante das demandas alheias. A sensação é ainda pior quando não há uma troca (que seja um elogio, um gesto de carinho ou uma retribuição, quando necessária) e percebem que a própria vida está sendo negligenciada pela preocupação excessiva com os problemas alheios.

A psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira, de Rio Preto (SP), destaca que as pessoas solícitas ao extremo talvez ajam assim por temerem críticas e reprovações. “O papel de bonzinho é uma estratégia inconsciente para aliviar sentimentos negativos, resultantes da crença pessoal de que são pessoas más, indignas ou incapazes”, completa.

27 de fevereiro de 2011

Bullying e suas consequências...

Olá gestores e educadores,

O texto desta semana do Jornal Virtual apresenta a visão da psiquiatra Sofia Bauer sobre o bullying e suas consequências no comportamento dos alunos que sofrem esse tipo de violência. Sofia é autora do livro Para entender o transtorno do pânico, pela WAK Editora.

Boa leitura!


Violência em sala de aula traumatiza crianças
Nossas crianças estão sendo expostas a circunstâncias terríveis durante o período escolar, principalmente nas escolas públicas de regiões onde a criminalidade está cada vez maior.
     Esses alunos são sobressaltados pelas ondas de tiroteio, pelas drogas e por não terem a proteção devida. Seus pais saem cedo para o trabalho, os professores mal dão conta dos afazeres da escola. Quem vai, então, protegê-las? E qual será o maior mal provocado nesses futuros adultos? Será que isso traumatiza a ponto de mudar o comportamento de uma criança?
     A criança que vive sobressaltada acaba mudando de comportamento. Algumas, ainda por cima, vão sofrer bullying pelos coleguinhas. Vemos que vários comportamentos surgem nos últimos tempos. Mudança na sociedade? Sim! Mas o que fazer para proteger nossas crianças? Temos que tomar consciência de que temos violência nas ruas (como os tiroteios), as drogas são “empurradas” aos jovens e, dentro das escolas, existe o assédio agressivo de coleguinhas que praticam bullying (ridicularizar, fazer chacota dos outros colegas mais fracos). Os pais estão cada vez mais sem tempo para cuidar de seus filhos, as escolas cada vez mais expostas à frequente violência, que é praticada por jovens que se tornam bandidos dentro e fora das escolas. O que podemos esperar senão que os nossos pequenos se “escondam” da vida? Sim, é isso que acontece: as crianças ainda não estão preparadas para se defenderem dos perigos e, portanto,  submetem-se a viver de forma disfarçada, sem ao menos saberem que estão fazendo exatamente isso!
     Elas vão mudando o comportamento, tornando-se tímidas, com medo de ir às aulas, ou por que têm um coleguinha que as maltrata ou por que, no seu caminho até a escola, passam por tiroteios ou malandros que querem usá-las de alguma maneira. Começa uma série de mudanças comportamentais, como dores de barriga, gripes recorrentes, timidez, dificuldade de aprendizado, etc. Elas passam a não mais quererem frequentar a escola, preferem ficar escondidas em casa. O pânico pode se instalar e elas podem vir a sofrer de um mal necessário para se proteger. Esse é o perigo; estamos deixando que os pequenos se virem sozinhos!
     Fica aqui um alerta geral às escolas e aos pais: cuidem bem de suas crianças, fiquem atentos às pequenas mudanças de comportamento, dores de cabeça, infecções recorrentes, timidez exagerada, ataques de ansiedade. Esses sinais sinalizam que algo não vai bem e podem ser percebidos por pais e educadores. Outra recomendação é o professor perguntar aos alunos o que se passa, do que eles estão com receio. Procurem mudar a forma de protegê-los, pois, se eles estão com estes sintomas, estão totalmente desprotegidos. Cabe aos educadores informar aos pais as mudanças percebidas. Cabe aos pais proteger seus filhos como uma onça protege a cria dos perigos da selva; eles ainda não estão formados e precisam de ajuda.
     Essa criança que muda de comportamento ou tem ataques de pânico, fobias, dores, timidez, nervosismo, sudorese e preocupação constante precisa ser protegida, terapia e, às vezes, até mesmo de um psiquiatra.
     Texto da psiquiatra Sofia Bauer enviado ao Jornal Virtual. A autora é formada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e hipnoterapeuta formada em Phoenix, AZ, pela Milton H. Erickson Foundation.
E-mail: sofiabauer@terra.com.br